quinta-feira, 31 de março de 2011

Astronomia na escola: EE Escolática Antunes Salgado

São as águas de março fechando o verão...
O Verão já foi fechado e as chuvas agora parecem querer dar uma trégua, por esse motivo estamos reiniciando o  trabalho de visita as escolas da Diretoria de Ensino: Região Pindamonhangaba, continuamos com a divulgação da astronomia nas escolas por meio da observação do céu e elementos básicos da astronomia de observação -  Pontos cardeais, utilização de telescópio, como localizar no céu estrelas e constelações.
Começamos os trabalhos pela Escola Estadual Escolástica Antunes Salgado. Obrigado aos alunos, professores, equipe de coordenação e direção pelo convite e oportunidade de estarmos com vocês nesta primeira observação do céu neste ano.
O céu não ajudou muito, pois a noite estava carregada de nuvens e quase sem estrelas, mas não se preocupem voltaremos para mais observações  e com certeza pegaremos o céu limpo.

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos da Profª. Cida Rocha, professora de ciências da 6ª série, como preparação para a observação (Sistema solar).


          
           Na noite de observação apresentamos primeiro duas ativdades da OBA (distância dos planetas em escala e Tamanho (volume) dos planetas em escala) e depois uma partimos para o reconhecimento dos elementos básicos de um telescópio Newtoniano e Refrator (uso correto das lentes oculares, como mirar para o corpo celeste que se quer observar, reconhecimento do polo sul celeste) e finalmente a observação prática.


Planetas em escala
Telescópios, tipos e como observar o céu.

Enchendo o Sol para completar a escala dos planetas

Medindo as distâncias em escala
Observação na quadra



quarta-feira, 30 de março de 2011

Calculando a Velocidade da Luz



A velocidade da luz é uma das grandezas mais importantes na astronomia, a partir dela podemos calcular a distância de astros relativamente próximos de nossa galáxia, por exemplo a distância da Terra à Lua é de aproximadamente 384000 km, um pouco mais de 1 segundo-luz. Nos limites do nosso Sistema Solar está uma região onde se originam os cometas, essa distância é 100000 vez a distância entre o Sol e a Terra ou o equivalente a uma distância que uma nave na velocidade da luz percorreria em aproximadamente 1,5 ano-luz.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Minuto Científico

Uma boa oportunidade neste mundo cheio de celulares com camera digital ( que é a escola)

O Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, associado à Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e no Caribe - REDPOP, promovido com apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia do Brasil – MC&T e Museu de Astronomia e Ciências Afins MAST, abre um concurso de vídeos de difusão científica intitulado Minuto Científico, nas três grandes áreas do conhecimento - Humanas, Exatas, Biológicas, abrangendo duas categorias, jovens e adultos.

O concurso Minuto Científico  visa estimular e localizar a produção espontânea, dispersa ou institucional que pode ocorrer por iniciativa de indivíduos ou abrigada no cotidiano de instituições diversas, incluindo escolas, universidades, museus de ciência e tecnologia, sites, ONGs, centros culturais, empresas com áreas voltadas ao conhecimento científico e tecnológico e outros.
Transformação é o tema para esta primeira edição do Concurso.


domingo, 20 de março de 2011

Para localizar astros e estrelas no céu - iniciando na astronomia

Com ou sem o uso de instrumentos de ampliação da visão é sempre muito bom olhar para o céu noturno.
Para quem quer iniciar a observação astronômica algumas dicas interessantes são:

Stellarium 

Se você tem um computador uma boa pedida para ajudar na localização de planetas, estrelas e constelações é o ótimo programa (gratuito na internet)  Stellarium que pode ser baixado em português no site: http://www.stellarium.org/pt/ (roda em Windows, Mac e Linux).
"Stellarium é um planetário de código aberto para o seu computador. Ele mostra um céu realista em três dimensões igual ao que se vê a olho nu, com binóculos ou telescópio.
Ele também tem sido usado em projetores de planetários. Basta ajustar as coordenadas geográficas e começar a observar o céu!"
Astronomia no Zênite
Um outro recurso muito bom é o site Astronomia no Zênite, lá você encontrará muitas informações interessantes para dar os primeiros passos na observação astronômica: cartas do céu  que podem ser impressas e ajudam a localizar os corpos celestes, localização (latitude e longitude) de várias cidades, imagens astronomicas e textos e muito mais.



Telescópios.com
Para quem quer comprar o primeiro telescópio ou simplesmente saber mais sobre esses instrumentos a dica é ir até o site:
 http://telescopiosastronomicos.com.br/
o site"telescópios astronômicos" com mais de 10 anos de existência é repleto de conteúdos de ótima qualidade e hoje é uma das principais referencias sobre o assunto no país.Na página do "telescópios astronômicos" você também encontra vários programas de computador para astronomia, informação sobre colimação de telescópios, componentes para manutenção e montagem de telescópios.

domingo, 13 de março de 2011

Quando o professor aprende

Pesquisadora acredita que o desenvolvimento de habilidades científicas é essencial para o ensino e aponta o professor como componente definidor no crescimento do aluno.

Por: Rafael Foltram
Publicado em 22/02/2011 | Atualizado em 22/02/2011
 
Quando o professor aprende
Sala repleta de professores-alunos: programa desenvolvido por educadora israelense afirma que é hora de ensinar o professor – novamente – a ensinar. (foto: Leif/ CC-BY-NC-ND 2.0) 
 
Por ora, esqueça o aluno. Quem realmente precisa aprender é o professor. Ao menos, é o que acredita a educadora e pesquisadora israelense Zahava Scherz, diretora de educação científica do Instituto Weizmann, em Israel.
Ela esteve no Brasil para ministrar uma palestra na Universidade de São Paulo e lecionar em um workshop no colégio judaico Renascença, também na capital paulista.
Em ambos os compromissos, o tema foi o projeto Learning Skills for Science (Habilidades para a Compreensão de Ciências, em português), ou, apenas, LSS. O método de ensino defende um aprendizado de ciência com mais aulas práticas, atividades em grupo, competições e, principalmente, a inclusão do aluno como elemento ativo desse processo.

Esse texto foi retirado da Revista Ciência Hoje Edição 278 para ler o artigo na íntegra clique aqui: Quando o professor aprende

100 anos da descoberta do núcleo atômico. Parabéns Ernest Rutherford!

Parabéns Sir Ernest Rutherford!

" Em 1911, Rutheforford bombardeou uma finíssima lâmina de ouro (0,0001 cm) com partículas alfa disparadas de uma amostra de Polônio. A área em que se realizava o experimento era cercada por um anteparo recoberto por sulfeto de zinco, que que cintilava ao sofrer impacto. Para espanto geral, a grande maioria das partículas alfa disparadas contra a placa passou por ela como se não existisse. Somente algumas passavam com desvios e algumas outras retrocediam. Tal resultado levou Rutherford a propor que a matéria é constituída principalmente por espaços vazios. Como as partículas alfa são positivas, concluiu-se que os desvios e retrocessos fossem resultado da interação dessas com o núcleo. Como estes desvios e retrocessos foram muito poucos, concluiu-se que a matéria do átomo fosse concentrada numa região central positiva chamada núcleo".
A História acima todo mundo sabe, o que escapa a maioria das pessoas é que o caminho de Rutheford para o hall da fama dos cientistas do século XX começou em um país periférico e foi uma combinação de sorte, bolsas de estudo e muita determinação. Nascido em 1871 na Nova Zelândia em uma família modesta, filho de um mecânico/agricultor e de uma professora primária, o quarto filho de uma prole de doze, Rutherford era um aluno que se destacava em Física e Matemática, mas nada o apontava com gênio, alguns de seus históriadores contam que a sorte contribuiu para que conseguisse bolsas de estudo uma vez que os escolhidos em primeiro lugar acabavam por desistir e Rutherfor era chamado para a vaga.
Com a descoberta do núcleo atômico, o novo modelo atomico de Rutherford deu origem à viagem ao centro da estrutura da matéria que hoje é responsável pelas usinas nucleares, tratamento contra o câncer, chips e micro chips de computadores, pesquisas de estrutura da matéria e muito mais.




Para saber mais sobre os 100 anos da descoberta do núcleo atômico leia o artigo da Revista Ciência Hoje on line Edição 278

sábado, 12 de março de 2011

Pólo Sul Celeste, calendário e relógio estelar

Calendário e relógio estelar

Entenda como podemos ver as horas e achar o Sul a partir das constelações 
 
Por: Romildo Póvoa Faria
Publicado em 15/05/2003 | Atualizado em 29/03/2010
Calendário e relógio estelar
(Gráfico: Nato Gomes).
Se observarmos constantemente o Cruzeiro do Sul, poderemos, como também foi usado por vários navegadores, saber aproximadamente em que data estamos ou que horas são. Isso porque, dependendo da data do ano e da hora, o Cruzeiro do Sul fica mais próximo do horizonte ou mais alto no céu, a cada momento em alturas diferentes em relação ao horizonte. Isso acontece porque o nosso planeta gira em torno de um eixo imaginário, que passa pelos seus pólos norte e sul, como mostra a figura ao lado.

Esse movimento da Terra chama-se rotação e se completa a cada dia ou 24 horas. Enquanto a Terra gira, somos arrastados com ela em seu movimento de rotação, que se dá de oeste para leste. Nós não sentimos esse movimento, mas observamos todos os astros -- como o Sol durante o dia -- movimentarem-se em relação ao horizonte na direção contrária, ou seja, do nascente para o poente, ou ainda, de leste para oeste. E, se olharmos para o Cruzeiro do Sul, perceberemos que sua haste maior gira lentamente, como se fosse o ponteiro de um relógio celeste, em torno de um ponto do céu, chamado de pólo celeste sul. Para esse ponto está apontado o eixo de rotação da Terra.

Calendário e relógio estelar 2
Por causa da rotação da Terra, a haste maior do Cruzeiro do Sul gira em torno de um ponto no céu: o pólo celeste sul (gráfico: Nato Gomes).
O Cruzeiro do Sul é muito usado para que possamos nos orientar. E orientar significa saber qual é a direção do oriente -- que é a direção do Sol nascente.. Isso é fácil, porque o Sol nasce no horizonte leste todos os dias, e se põe sempre no horizonte oeste. Os outros astros, como as estrelas, também fazem esse movimento leste-oeste no céu.

Depois de descobrir a direção do leste, é mais fácil ainda encontrar as demais direções cardeais, que são importantes para sabermos para onde nos deslocarmos sobre a superfície terrestre. O oeste, por exemplo, é onde os astros se põem (se escondem). Ele fica na direção oposta ao leste.

Para achar a direção exata do sul... basta encontrar o Cruzeiro do Sul! Se tomarmos o tamanho da haste maior do Cruzeiro do Sul e o prolongarmos imaginariamente quatro vezes e meia, a partir de Alfa do Cruzeiro em direção ao sul, acharemos o pólo celeste sul. E, se a partir dele desenharmos uma linha imaginária na vertical, até o horizonte, encontraremos a posição exata do ponto cardeal sul.
Para saber mais sobre constelações, leia o artigo Uma leitura do mapa do céu, publicado na CHC 111. Encontrado o ponto cardeal sul, no lado oposto estará o ponto cardeal norte.

Se estivermos voltados de frente para o ponto cardeal sul, você já sabe, à direita estará o ponto cardeal oeste,e à esquerda, o ponto cardeal leste. Pronto, lá estão os quatro pontos cardeais! Por facilitar a localização desses pontos é que o Cruzeiro do Sul foi muito usado e ainda é. Por ele, podemos nos orientar em viagens noturnas sobre os mares ou em terra.

Esse artigo foi retirado da revista Ciência Hoje das Crianças 135, maio 2003 - Romildo Póvoa Faria, Pró-Reitoria de Extensão,Universidade Estadual de Campinas

Olimpíada Brasileira de Astronomia - OBA 2011


Novamente estamos divulgando pelo nosso blog a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronâutica em sua 14ª edição. Esse ano a OBA já começa muito bem utilizando em seu cartaz as melhores fotos da lua tiradas por professores representantes da OBA utilizando o Galileoscópio que foi recebido como prêmio de participação da própria OBA em 2010, fiquei muito feliz em ver que duas das fotos selecionadas para o cartaz são do prof. Ricardo Carvallini da EE Cândido Portinari em Batatais -SP. O Professor Carvallini realiza um trabalho brilhante na escola que sempre se destaca na promoção e participação de eventos de divulgação de astronomia.
Para saber mais sobre a OBA clique na foto do cartaz da XIV OBA logo acima. Vale a pena conferir.

Filmes para sala de aula - Cinema da escola

Uma boa indicação para quem procura resenha de filmes e indicações legais para trabalhar com alunos em sala de aula é o blog Filmes para serem usados em sala de aula , nele você encontra os filmes divididos por assunto, resenhas e alguns casos até links para ver ou baixar filmes.
Na sessão astronomia o destaque vai para documentários sobre formação e funcionamento do Universo.

domingo, 6 de março de 2011

Fisicanimada - experimentos virtuais para o ensino de Física

No site FisicAnimada você encontra uma série de animações que podem ajudar muito nas aulas de Física.
O projeto Física Animada teve início em 2007, sob a coordenação do Prof. Dr. Eloi Feitosa. É desenvolvido pelo grupo interdisciplinar “FísicAnimada” (e-mail: fisicanimada@ibilce.unesp.br; blog: http://fisicanimada.blogspot.com), composto por estudantes de graduação do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - IBILCE/UNESP/CSJRP. Tem como público prioritário:  professores e alunos da rede pública de São José do Rio Preto e região;  estudantes de graduação de cursos de licenciatura da UNESP.
Atualmente  o grupo recebe o apoio da UNESP, por meio da Pró-Reitoria de Extensão Universitária, da Pró-Reitoria de Graduação e da Vice-Reitoria.
Vale a pena conferir.


sábado, 5 de março de 2011

Astrodesenho

Nada melhor que um dia chuvoso para por em dia a postagem de um blog.
Essa semana tive a grata surpresa de receber um comentário no blog do colega Guilherme de Andrade que como todo apaixonado por astronomia sempre traz boas novidades.
Através do comentário do Guilherme fiquei conhecendo o site https://sites.google.com/site/rabiscandoouniverso/home onde ele realiza um ótimo trabalho de divulgação da astronomia e nos lembra o poder do lápis e papel no mundo digital que vivemos.


No "rabiscando" tomamos contato com  o astrodesenho ou sketch uma das técnicas mais antigas de registro dos astros, mas que continua muito viva ainda hoje. Eu particularmente confesso que apesar de admirar os desenhos de Galileu, de William e Caroline Herschel e o Catálogo de Messier, nunca havia pensando em desenhar objetos celestes. Parabéns Guilherme pelos desenhos e por nos lembrar de mais uma possibilidade de registro astronômico.


No site você encontra informações bastante interessantes para quem quer começar a se aventurar pelo mundo do astrodesenho tais como, tipo de lápis e outros materias indicados para o astrodesenho, software e programas de tratamento de imagem.Também encontramos links de sites dedicados ao astrodesenho. É isso.